As câmeras ficaram mais inteligentes. Um dos modelos apresentados na feira registra tudo o que há no ambiente. Se alguma coisa for tirada do lugar, ela manda um recado pra central de segurança.
Outra vai atrás de cada movimento. E tem câmera que é como uma catraca: registra todos os que passam por uma linha invisível.
Você se sentiria seguro tendo por perto um segurança armado em forma de robô? Pois isso já existe. Uma câmera com alcance de oito quilômetros, enxerga no escuro, define o alvo e pode atirar. Mas quem define o momento do disparo é um ser humano, que pode estar em qualquer lugar do mundo. O equipamento é de uso militar.
O equipamento é usado na segurança de presídios, quartéis e vigilância de fronteiras. “É melhor do que um atirador de elite, porque ele não respira, não treme”, diz Celso Fraga, diretor comercial empresa.
A rotina de um condomínio também pode ser totalmente controlada. Quem entra é automaticamente registrado. Serve até pra monitorar filhos adolescentes.
“O morador chega, se identifica na leitora, a cancela vai abrir e ele entra. Automaticamente na portaria aparece a foto, a imagem da câmera para o vigilante identificar quem entrou mesmo e o local onde a pessoa passou. Chega também uma mensagem no celular, dizendo em qual condomínio que entrei”, explica Egas Torres, gerente comercial explica.
Tudo muito moderno, mas sozinhos, nem todos esses olhos eletrônicos são suficientes para garantir a segurança. “Um equipamento isoladamente não faz a solução de um sistema. Por mais que os sistemas possam ficar inteligentes, a gente sempre depende de um profissional treinado pra ter uma reação no momento do alerta”, diz José Danghesi, diretor da feira.
Ariede, Natália. Feira mostra novidades tecnológicas para combater a criminalidade. Disponível em : <http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/04/feira-mostra-novidades-tecnologicas-para-combater-criminalidade.html> Acesso em 8 Jun 2011.
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Comentário do grupo: Muito se tem dito sobre desenvolvimento de novas tecnologias para a melhoria do cotidiano. Esta reportagem porém, destaca algo realmente pertinente: ainda que haja muitos softwares e máquinas bastante eficientes, o ser humano ainda é indispensável para o uso adequado delas. E é preciso de pessoas treinadas no uso dessas e de muitas outras ferramentas. As tecnologias ainda não são auto suficientes.
Tratando-se de combate a criminalidade, todas as ações feitas são válidas para tentar garantir um pouco mais de segurança para nossas vidas. E neste caso a parceria da tecnologia e do fator humano é imprescindível para uma maior eficiência na utilização desta inovação. A tecnologia não é auto-suficiente e acredito que nunca será, pois somos nós, seres humanos, que a inventamos.
ResponderExcluirA tecnologia de segurança deve estar em constante desenvolvimento uma vez que a criatividade dos meliantes em quebrar esses dispositivos é imensa.
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ResponderExcluirA tecnologia vai estar sempre em desenvolvimento, por enquanto estamos seguros com esses robôs, até o momento que os meliantes conseguem desativá-los ou até mesmo controlá-los, ai é preciso melhorar essa tecnologia
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