quinta-feira, 9 de junho de 2011


Inovações tecnológicas para setor bancário

Carlos Eres

No atual ambiente socioeconômico, cada vez mais competitivo e globalizado, as empresas necessitam se reinventar para alcançar êxito. E os bancos não são exceção. As novas tecnologias mudaram a maneira na qual as pessoas interagem com o banco e também a forma com que a entidade administra e maneja suas próprias contas.

Assim, os departamentos de Tecnologias da Informação (TI) cresceram e assumiram mais funções. A outra face da moeda deste crescimento é o aumento do gasto em TI e a necessidade de administrar e integrar modelos que, às vezes, tornam-se obsoletos em questão de meses. Nos últimos anos, as novas tecnologias têm servido para otimizar os processos bancários. A tendência é administrar os departamentos de TI de forma terceirizada, sob medida e, sobretudo, com custos razoáveis.

Os processos de terceirização permitem às grandes companhias a disponibilização de recursos humanos para focar no que realmente constitui seu núcleo de negócio. Uma boa gestão de outsoursing permite à empresa adaptar sua infraestrutura a mudanças tecnológicas atuais e futuras, permitindo, além disso, reagir com muito mais agilidade às mudanças inesperadas do ambiente, melhorando o serviço aos clientes.

Esta necessidade de administrar o gasto - e as funções - de TI de maneira inteligente é especialmente crucial em momentos de recessão econômica, pela economia de custos, e também nos períodos de convalescença que seguem a uma fusão entre várias entidades.

Outro ponto fundamental na melhora dos serviços bancários gira em torno da segurança eletrônica. As auditorias de segurança para o setor bancário abrangem diversas disciplinas que não só giram em torno da mera programação, mas aplicam o estudo do funcionamento da corporação, desde o domínio que usa na rede até processos de engenharia inversa ou análise da estabilidade dos sistemas de hardware.

As análises de segurança desenvolvidas começam por um estudo da própria empresa. Muitas companhias com bons níveis de segurança descuidam desse aspecto, possibilitando que terceiros contratem um domínio similar e o usem para atividades delitivas ou suplantem a identidade de um site para obter os dados de seus clientes.

As novas tecnologias possuem um papel crucial ao integrar os diferentes sistemas de TI, reforçando as normativas de gestão e conformidade da companhia ou criando uma plataforma que facilite a expansão, em nível internacional de uma empresa.

Por sua vez, a segurança eletrônica em bancos não só beneficia o funcionamento interno da companhia, mas contribui para que os próprios clientes percebam como seguros os serviços do banco, melhorando a imagem da companhia.

Referência: Disponível em: http://www.rhcentral.com.br/artigos/artigo.asp?cod_tema=3245. Acessado em: 9 jun. 2011

Imagem: Disponivel em: http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/hackers_invadem_sistema_de_cartao_de_credito_do_citi. Acessado em: 09 jun.2011

Comentário do Grupo:

Com o avanço da Internet, os bancos precisam ser cada vez mais competitivos e globalizados, investindo cada vez mais em Tecnologias de Informação, otimizando o acesso aos produtos bancários via transações on-line. A segurança bancária é outra prioridade e preocupação constante em virtude dos hackers, que acessam os dados dos clientes e geram um custo elevado à Instituição Bancária. Para garantir maior tranqüilidade nas operações pela web, os bancos protegem seus acessos por códigos de segurança e normalmente utilizam duas senhas exclusivas.

Entenda como funcionam os sistemas de reconhecimento facial

Para tirar uma foto, é só sorrir. Em vez de um mouse ou controle de videogame, utilize movimentos do seu rosto. No lugar de digitar uma senha, apareça no enquadramento da câmera do aparelho. Técnicas para reconhecimento facial em produtos eletrônicos já estão entre nós, com avanços cada vez mais impressionantes.

O que começou com um simples recurso fotográfico hoje já se expandiu para linhas diversas de gadgets. A cada novidade, menos você precisa se movimentar para executar qualquer ação de seus aparelhos. E tudo isso é mais simples do que você imagina.

Fonte: http://pt.exilim.eu

Como funciona?
O rosto humano, apesar das variações de pessoa para pessoa, possui uma composição básica que não se altera, lida pelos aplicativos como pontos em comum, que variam de acordo com a complexidade do sistema.

Ao utilizar algoritmos e um software que mapeiam esse padrão nas pessoas, é possível registrar apenas o rosto ou todos os movimentos e empregá-los nas mais diversas funções. Todas possuem o mesmo princípio: detectar um rosto em formas geométricas e logarítmicas e então montá-lo como em um quebra-cabeça.

O primeiro passo é identificar através de uma câmera (digital, webcam, de celular, entre outras) todos ou alguns desses pontos em comum, como os dois olhos e a distância entre eles, o nariz e seu comprimento, a boca, as bochechas e o queixo, limitando assim o formato da face e o espaço ocupado por ela.

Esses pontos são gravados e armazenados no formato de algoritmos em um banco de dados, que os reconhecem através de cálculos. Parece fácil, mas tudo isso levou algum tempo para se consolidar com a eficiência que vemos hoje.

De olho em você
Assim como toda tecnologia, o reconhecimento facial também começou com falhas e limitações. A principal delas eram mudanças bruscas que poderiam afetar a detecção, como movimentos do rosto, que deveria estar totalmente de frente para a máquina. Alterações aparentemente bobas, como na iluminação do local, no uso de acessórios como bonés e até caretas poderiam atrapalhar o reconhecimento.

Aí entra o desenvolvimento da tecnologia, com avanços que relevaram ou eliminaram esses problemas: o tamanho e o acesso a esses bancos de dados estão cada vez mais poderosos, por exemplo. Mas o maior passo parece mesmo ser a detecção facial em 3D.

Se antes a identificação era a partir de pontos chapados em 2D, como um retrato falado, as novas tecnologias permitem o reconhecimento a partir de três dimensões. Os algoritmos formados são bem mais complexos e a câmera precisa ter suporte de profundidade, mas aumenta também a taxa de verificação e comparação.

O que é capturado agora é o formato da cabeça do usuário, para que seu rosto seja identificado independente do ângulo em que ele esteja em relação à câmera. Além disso, mudanças no ambiente e até movimentos leves da cabeça não afetam mais o reconhecimento.

Fonte: http://www.gadgetvenue.com

Olha, sem as mãos!
Mas em que eu vou utilizar isso no meu cotidiano? Confira algumas utilidades do reconhecimento facial em tecnologias que você tem em casa:

Sorria, você está sendo fotografado: A primeira aplicação é também a mais simples: detectar rostos e pequenas alterações nele para melhorar qualidade do retrato. Hoje em dia, praticamente todas as câmeras possuem um sistema de detecção de sorrisos, que automaticamente disparam quando um elemento da foto sorri ¿ ou seja, quando ele altera o formato da boca em relação ao que estava gravado na câmera.

Além disso, o mecanismo serve também para ajustar o foco automaticamente nas pessoas enquadradas, facilitando a vida de quem não tem muita experiência na área, mas quer fotos de qualidade.

O fim das senhas: O simples reconhecimento do rosto pode ter uma utilidade bastante interessante: servir de substituto da senha ou da impressão digital.

Softwares simples para iPhone fazem a função de segurança de uma tela de login: você registra seu rosto e, nas próximas vezes em que ligar o aparelho, é só aparecer na tela novamente para desbloqueá-lo. O problema é que ele só funciona a partir do jailbreak, que é o desbloqueio do aparelho.

Head tracking: O mundo dos games também foi afetado: o reconhecimento facial é uma das grandes apostas da década nessa indústria. Jogos como Gran Turismo 5 utilizam a técnica chamada de head tracking, com a câmera lendo movimentos realizados pela cabeça para realizar alguma ação no jogo.

No caso do jogo de corrida, quando a câmera é a visão do piloto dentro do cockpit, pequenos movimentos da cabeça fazem com que você veja todo o interior do carro e o que se passa nas janelas laterais. A ação é possível graças à câmera oficial do PlayStation 3, a PlayStation Eye.

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Fonte: http://www.guiky.com.br

E se as desenvolvedoras ainda não investem em massa, os próprios jogadores tratam de criar seus próprios métodos, como no impressionante vídeo abaixo, em que a cabeça de um soldado é controlada por head tracking. Isso sem contar o Kinect, tecnologia desenvolvida pela Microsoft para o Xbox 360 que, não satisfeita em reconhecer a face do jogador, consegue montar um modelo de todo o corpo.

Pega ladrão: Claro que não poderia faltar o uso militar, que está bem próximo de se tornar realidade aqui no Brasil. Em São Paulo, os PMs em breve estarão equipados com óculos especiais que, através de um sistema de reconhecimento facial e comparação com um banco de dados de criminosos, são capazes de identificar bandidos sem a necessidade de levá-los à delegacia, por exemplo.

As tecnologias de reconhecimento facial ainda não estão perfeitas, mas evoluíram muito e possuem cada vez mais aplicações que valem a pena. O que falta é o uso dela ainda mais no cotidiano, não só em portáteis ou video games em geral. Em breve, muito melhor do que deixar de levantar do sofá, você não vai precisar nem de um controle remoto para trocar de canal

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TERRA TECNOLOGIA. Entenda como funcionam os sistemas de reconhecimento facial. Disponível em: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5158171-EI15607,00-Entenda+como+funcionam+os+sistemas+de+reconhecimento+facial.html. Acesso em: 08 de jun. 2011.

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Comentário do grupo: A função de reconhecimento facial foi um marco não só para a fotografia, quanto para todo o meio tecnológico. Um recurso que no início apenas detectava rostos em fotografias, passou a acompanhar os movimentos da boca, olhos, etc, podendo interagir com jogos virtuais e até mesmo com softwares policiais.
Como toda evolução tecnologica, o sistema de detecção facial tem causado certa polêmica. Exemplo disso, é o Facebook, que
nessa semana anunciou no Brasil o lançamento de seu sistema de reconhecimento facial, mecanismo esse que sugere de forma automática o nome de amigos específicos para serem marcados em fotos da rede social. Tal prática, está trazendo opiniões diversas, já que muitos veêm nesse recurso o fim da privacidade.