quinta-feira, 26 de maio de 2011

Sabores de Linux Atualizados: Mint 11 e Fedora 15

Fonte: Meio Bit 

Provando que há vida além do Ubuntu no universo Linux, duas outras tradicionais distribuições liberaram, nos últimos dias, importantes novas versões.

Mint 11

O Linux Mint era, até pouco tempo atrás, definido por muitos como um “Ubuntu verde e mais bonito”. Com a introdução da Unity como interface padrão no primo famoso, o Mint acaba ganhando mais valor entre os conservadores, já que preserva o ambiente gráfico GNOME 2 como padrão.
Com o codinome Katya (no Mint, cada grande release ganha um nome feminino, seguindo a ordem alfabética), o Mint 11 traz outras novidades bem-vindas. A versão em DVD, agora, sai de fábrica com CODECs e programas de áudio e vídeo, enquanto a em CD, após ser instalada, pode ser complementada com esse rol multimídia com dois cliques.
O gerenciador de programas mudou bastante, agora mostrando ícones grandes e bonitos, além de outras melhorias na apresentação. Seguindo a mesma linha, o gerenciador de atualizações está mais refinado, com tratamento inteligente de atualizações e controle de dependências mais amigável.
Por fim, algumas mudanças nos programas que vêm instalados por padrão e alguns adendos visuais ao sistema.

Fedora 15

Fedora 15 é, salvo engano, a primeira grande distribuição a chegar a uma versão final com o GNOME 3 (nossas impressões) como ambiente gráfico padrão. Além desse, o sistema ainda traz  os mais leves XFCE e LXDE.
Além do novíssimo ambiente gráfico e das atualizações de aplicativos de praxe (LibreOffice, Firefox 4 etc.), a talvez maior novidade do Fedora 15 é seu firewall dinâmico, que pode ser reconfigurado sem que seja necessário reiniciá-lo, mantendo a conexão ativa direto.
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Opinião do Grupo

As várias opções de SO open source possibilitam um maior acesso a softwares e com isso uma popularização e democratização no acesso à informação. Não somente isso, uma ampla cartilha de opções proporcionam a possibilidade ao usuário de adequar o sistema às suas necessidades, e não o contrário.

Conheça o sistema 6D, capaz de projetar imagens extremamente realistas

Nova tecnologia baseada na combinação de lentes produz imagens capazes de interagir com a luz ambiente

A tecnologia 3D já deixou de ser novidade, estando cada vez mais presente em nosso cotidiano. Seja através de projeções de filmes no cinema, jogos e aplicativos para celular e futuramente até nos televisores caseiros, esta tecnologia de projeção possibilita novas experiências para o usuário, aumentando o nível de imersão com o que está na tela.
Apesar de ainda não termos aproveitado totalmente as possibilidades dessa tecnologia, parece que em alguns anos ela vai se tornar algo do passado. Isso porque cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT) já estão trabalhando em um método capaz de projetar imagens em nada menos que 6 dimensões. Essa nova tecnologia promete um novo grau de imersão e qualidade de imagem, dispensando o uso de qualquer acessório extra, como óculos.

O QUE É O TAL DO 6D?
Imagine uma imagem em três dimensões exibida na tela de um cinema. Por mais que seja convincente e realista, independente do ângulo que você a visualizar, sempre terá a mesma imagem. Agora visualize em sua mente um holograma, que possui essa propriedade de exibir a mesma imagem de maneira diferente, dependendo do ângulo de visão do observador. Embora os hologramas sejam mais realistas do que as imagens em três dimensões projetadas no cinema, ainda sofrem de uma grande limitação: não são capazes de interagir com a iluminação do ambiente.
Por isso que quando vemos a imagem em holograma de um objeto qualquer, como uma flor, e a comparamos com o objeto real, temos a sensação de que aquilo é totalmente artificial e que falta uma série de detalhes. A nova tecnologia em 6D representa uma revolução nesse sentido, permitindo que a visualização dos objetos projetado seja alterada não apenas com a mudança de posição de quem olha, mas também com a mudança de direção e intensidade de iluminação.
Isso possibilita a exibição de imagens ainda mais realistas, dando uma ilusão muito mais convincente de profundidade, distância, posição e tamanho dos objetos. Utilizando essa nova tecnologia, vai ser possível realmente acreditar que os personagens do filme que você está assistindo estão interagindo com o público, quase como se fossem novos membros da plateia.

COMO FUNCIONA A NOVA TECNOLOGIA?
Ao contrário dos hologramas, que dependem da utilização de um feixe de lasers para sua projeção, o sistema em seis dimensões utiliza um princípio semelhante ao encontrado em certos cartões portais e brindes de revistas, que simulam uma imagem tridimensional conforme o observador muda seu ponto de vista. Nestes objetos, á utilizada uma série de lentes lineares e paralelas construídas em plástico, que ficam superpostas à imagem que se deseja dar a ilusão de 3D.
Esse mesmo princípio é utilizado nas imagens chamadas de 4D, que são nada mais que imagens tridimensionais que simulam a sensação de movimento. Para isto, basta utilizar lentes quadradas em vez das lineares encontradas nos cartões postais. A tecnologia 6D utiliza diversas camadas adicionais de lentes e telas a esse sistema, adicionando duas dimensões extras. A imagem resultante não somente é modificada pela visão do espectador, mas também pela intensidade e direcionamento da iluminação presente no ambiente.
Em um teste inicial, os cientistas do MIT utilizaram a imagem de uma garrafa de vinho feita de vidro, cuja visualização é alterada conforme o ângulo da luz utilizada muda. O resultado impressiona pelo realismo, dando a ilusão de que o que se vê não é somente uma imagem projetada, mas sim o objeto real.

MUDANDO A FORMA COMO ENCARAMOS O ENTRETENIMENTO
Segundo os cientistas, os campos que mais se beneficiarão desta nova tecnologia são a publicidade e o entretenimento. Imagine andar pela rua e ao ver um outdoor sobre uma nova escova de dente ou um xampu para cabelos encaracolados, não somente ver uma imagem estatística do produto, mas sim uma ilusão realista bastante semelhante ao objeto real. Essa é somente uma das possibilidades criadas pelo uso inteligente do sistema em seis dimensões.
A utilização na área do cinema, já citada acima no texto, promete a visualização de imagens ainda mais realistas, realmente dando a ilusão de interação com os personagens presentes na tela. Ainda podemos sonhar com a utilização das seis dimensões em casa, permitindo a criação de videogames ainda mais realistas, que aliados a outras tecnologias como a holografia tátil, serão capazes de oferecer um grau de interação sem precedentes. Ou seja, em alguns anos poderemos considerar os controles do Wii ou até mesmo o promissor Project Natal como coisas totalmente ultrapassadas.
Outra possibilidade é no campo da segurança e treinamento de funcionários. Por exemplo, ao treinar alguém responsável por garantir a segurança de uma indústria, poderiam ser utilizadas imagens realistas dos objetos que devem ser inspecionados. Essas imagens iriam responder exatamente como o objeto real, permitindo que o inspetor utilizasse uma lanterna para verificar todos os ângulos de maneira idêntica a real.

QUANDO ESTARÁ DIPONÍVEL?
Como ainda se trata de um sistema em fases de testes, atualmente os custos são bastante proibitivos. A versão atual tem o custo de 30 dólares por pixel para ser construído. Levando em consideração que são necessários milhares de pixels diferentes para criar uma imagem possível de ser reconhecida, ainda está longe o dia em que o sistema 6D será viável comercialmente. As estimativas mais otimistas dos cientistas do MIT apontam um prazo de no mínimo 10 anos antes que telas realistas possam ser criadas em um tamanho possível de ser utilizado fora de laboratórios.
Portanto, até que esta nova tecnologia esteja presente nas salas do cinema mais próximo de sua casa, ainda vai levar um bom tempo. E nada impede que em pouco tempo surjam outros métodos de exibição ainda mais realistas, com custos comerciais mais compatíveis com a realidade do mercado. Até lá, é esperar e aproveitar da tecnologia em três dimensões, que ainda têm muito a oferecer.


Matéria do site Tecmundo disponível em:
http://www.tecmundo.com.br/2606-conheca-o-sistema-6d-capaz-de-projetar-imagens-extremamente-realistas.htm#ixzz1NTwJe9og


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Comentário do grupo:
Concordamos que a tecnologia tem evoluido cada vez mais com vários objetivos, mas o que mais se destaca é o de nos trazer maior conforto e comodidade para nossas vidas. É cada vez maior a ideia de levar para dentro de casa a sensação que o cinema nos dá, por exemplo. É muito interessante o desenvolvimento de tais recursos tecnológicos para nossa diversão, porém, ainda concordamos que a sensação que o cinema nos dá nunca será substituída,, pelo menos para quem é amante da sétima arte.

Google cria serviço de pagamento por telemóvel

A Google vai iniciar testes de um novo serviço de pagamento através de telemóvel em lojas e supermercados de Nova Iorque e San Francisco. A novidade permitirá que os clientes usem o telefone para pagar compras através de um sistema de cobrança instalado, a cargo da companhia do servidor, que administrará os registos de pagamento a partir de telemóveis. Os primeiros testes começam daqui quatro meses, segundo o site da Bloomberg.

Os telefones deverão estar equipados com a tecnologia de comunicação inalâmbrica de curta distância e alta freqüência (NFC - Near Field Communication), que permitirá o intercâmbio de dados, entre dispositivos, a menos de dez centímetros.
Caso este projecto seja bem-sucedido, a Google irá alarga-lo para outras cidades e lojas. Entretanto, ainda não existem muitos equipamentos que dispõem desta tecnologia – apenas se registando o Nexus S, da Samsung e da Google. A Nokia e a RIM estão a preparar modelos que já a incorporam. Mas a Apple, por exemplo, mantém a resistência e o próximo iPhone sairá sem NFC.

Este sistema será uma alternativa a cartões de crédito ou multibanco e dinheiro, já que bastará aproximar o telemóvel da caixa registadora, combinando informação bancária do utilizador, cartões de oferta, de fidelidade e cupões, num único chip NFC.

A Google já está na vanguarda dos telefones inteligentes, graças ao sistema operativo Android e agora irá competir com sectores como o PayPal do eBay. Embora alguns dispositivos já integrem esta tecnologia NFC, o último iPhone da Apple ainda não tem avanços neste campo.



Matéria do site Ciência Hoje disponível em:

CIÊNCIA HOJE (São Paulo). Google cria serviço de pagamento por telemóvel. Disponível em: <http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=47955&op=all>. Acesso em: 26 maio 2011.





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Opinião do grupo:

Não Seria mais mais um meio da empresa google ter acesso as nossas informações?
Essa "facilidade" criada por essa empresa, pode, não passar de uma forma de ter acesso e manipular informações pessoais através desse sistema e repassar para futuras empresas, e como já está acontecendo, chegar informações a nós usuários, através de nossas contas de e-mails e redes sociais, sobre vendas direcionadas diretamente para nós, o que na maioria das vezes é um incomodo. Cabe-nos selecionar serviços e aceitar ou não essas facilidades, e julgar o que realmente será relevante para o nosso dia-a-dia, e/ou se realmente vale ser feita essa troca.


quarta-feira, 25 de maio de 2011

Veja tecnologias de bateria mais promissoras para o futuro


Pesquisadores de universidade norte-americana criaram bateria

de lítio com folha de papel e nanotubos

Foto: Chemical & Engineering News/Divulgação




NILTON KLEINA



É inevitável: para funcionarem normalmente, os gadgets precisam estar alimentados com baterias. De smartphones e notebooks aos novatos tablets, esses eletrônicos precisam de uma fonte de energia que os abasteça sem a necessidade de fios - e as baterias são perfeitas para isso.

Apesar de ainda recente, o modelo atual dessa tecnologia já mostra sinais de que está gasto. Pesquisas em diversas áreas apontam para um horizonte mais diversificado, com resultados a partir de várias fontes de energia, cada uma com custos e métodos diferentes, mas apenas um objetivo: tornar os eletrônicos igualmente potentes, porém mais sustentáveis. O Tecmundo selecionou algumas dessas promessas, descritas a seguir.



Mas está tão ruim assim? Precisamos mesmo de baterias novas? Para responder a essa pergunta, precisamos analisar a situação atual: um dos modelos mais disseminados nos eletrônicos que você tem em casa é a de íon-lítio, que está bem acima de produtos similares.

Com alta capacidade de armazenamento, leveza e sem a possibilidade de viciar (evitando o chamado efeito memória, que diminui cada vez mais sua carga original), ela se torna uma das opções mais óbvias para as fabricantes. No meio de tantas vantagens, entretanto, surgem alguns pontos negativos.



As baterias de íon-lítio possuem desgaste rápido, vida útil reduzida e, principalmente, uma baixa sensibilidade a temperaturas muito altas, o que pode causar até mesmo acidentes devido a reações do material interno do produto.



Em uma era em que sustentabilidade e potência parecem querer andar juntas quando se trata de energia, mesmo a bateria de íon-lítio surge como um obstáculo - e por isso surgem essas alternativas.



Prismáticas: você ainda vai ver muitas por aí

O primeiro exemplo é também o mais palpável, pois já é aplicado em algumas baterias existentes (como as veiculares) e estima-se que o próximo tablet da Google, que deve receber o nome de Nexus T, também o receba. O principal destaque desta bateria prismática supostamente seria um tempo de vida até três vezes maior em relação às demais opções do mercado.

Apesar de não largar a tecnologia de íon-lítio, a durabilidade elevada faz com que seu descarte na natureza demore mais. Seu formato auxilia também no design dos eletrônicos, pois ela é mais adequada do que baterias cilíndricas. Além disso, o tablet da Google terá a possibilidade de substituição do acessório, algo ignorado por gadgets desenvolvidos pela Apple, por exemplo.



A força vem da terra

Já imaginou recarregar seu celular em qualquer lugar do planeta, mesmo nas áreas mais inóspitas? Essa é a ideia planejada por pesquisadores da Escola de Engenharia e Ciências Aplicadas de Harvard (SEAS). Atualmente em fase de testes, o produto seria um celular de baixo custo, com capacidade para funcionar por 24 horas e ser carregado por menos de um dólar.

Para efetuar a recarga, uma superfície condutora no formato de um tubo absorveria elétrons livres do solo, resultantes de operações metabólicas de organismos que habitam o subsolo. O equipamento de captação seria barato e de fácil construção. Já a matéria-prima, presente na superfície terrestre, seria inesgotável.

O projeto é ideal para civilizações pobres e que precisam manter um racionamento de energia elétrica, por exemplo. Além disso, ele aprimoraria o uso de tecnologias em locais como desertos e colônias afastadas, que poderiam receber estações de recarga para qualquer tipo de eletrônico.

Se você ainda não se convenceu pela ideia, Bill Gates sim: através da Bill & Melinda Gates Foundation, ele já doou uma generosa quantia em dinheiro para incentivar as pesquisas na área.



Um novo nível para baterias solares

Essa aqui não chega a ser nenhuma novidade. Células capazes de absorver a energia irradiada pelo Sol já são realidade, mas falta um incentivo maior para provar que há potencial na energia solar, seja em quantidade ou preço.

A companhia norte-americana HyperSolar pode mudar esse quadro. Ela trabalha atualmente em um painel solar como qualquer outro, porém com uma película capaz de intensificar a absorção e aumentar o rendimento do equipamento em até 300%.

Isso é possível através de células que funcionam como microchips, que processam muitos dados (nesse caso, espectros de luz) e os enviam para locais específicos com o fim de obter rendimento.



A bateria é o produto

Para que investir em baterias potentes, se o próprio equipamento pode ser um carregador ambulante? O Imperial College London está conduzindo pesquisas com parceiras como a Volvo desde o ano passado, para desenvolver um novo material a partir de fibras de carbono e polímeros de resina. Esse material seria capaz de servir de revestimento para carros, mas, ao mesmo tempo, armazenar e providenciar energia elétrica.

Desse modo, o teto e as portas de um carro serviriam como um depósito reserva que forneceria energia ao veículo sem a necessidade de pará-lo para recarregar. Por não utilizar processos químicos como as baterias convencionais, tudo isso seria mais rápido.

Inicialmente, essa tecnologia dificilmente será usada para gadgets pequenos como smartphones, por exemplo, mas caberia perfeitamente em carros e outros produtos mais encorpados. Pelas parcerias feitas até então, os veículos híbridos devem ser os primeiros da fila a receber o novo material, caso a ideia vá para frente.



Célula-combustível: agora vai?

Até algum tempo atrás, elas estavam na lista de tecnologias promissoras. Décadas depois, foram poucos os avanços na área, fazendo com que o interesse em células combustíveis caísse. Mas uma série de avanços nos últimos tempos pode fazer com que ela retorne com todas as forças.

O processo eletroquímico original presente nesses aparelhos vem sendo reformulado, fazendo com que a energia produzida seja ainda mais verde e potente, com benefícios futuros como portabilidade (algumas já cabem até no bolso) e menor custo (por enquanto, são bem mais caras que baterias comuns).

Desse modo, o que era originalmente apenas previsto para substituir combustíveis fósseis em veículos pode ser utilizado para recarregar um gadget comum.

Isso ocorreria com a substituição de alguns metais raros que ainda compõem algumas células-combustível, como a platina, além do armazenamento de hidrogênio, um dos elementos necessários para a transformação de energia.



Os materiais da moda

Dois elementos utilizados frequentemente em pesquisas de vários ramos também podem contribuir para as baterias: o grafeno e o carbono em nanotubos.

Pesquisas já indicavam o grafeno como um ajudante do lítio, aumentando a velocidade de recarga das baterias. Em seguida, surgiram resultados como os modelos flexíveis. As vantagens são as clássicas: maior potência e ciclo de vida. A dificuldade de manejar esse material pode atrasar seu uso concreto, mas em um futuro mais distante ele deve ser um dos principais nomes.

Já os nanotubos de carbono são mais multifuncionais, pois podem ser usados até na composição de roupas. Desse modo, fios de tecido feitos a partir dessas linhas possuem eletrodos navegando por toda a estrutura.

Além da portabilidade de ter uma roupa como bateria, há uma facilidade maior para encontrar e manipular o carbono, mesmo em níveis de nanotecnologia e especialmente em comparação com o grafeno.



Carga total

Como nenhum desses produtos apresentou resultados imediatos até então (leia-se: você não vai encontrá-los tão cedo nas lojas), as baterias com base nas de íon-lítio podem continuar dominando o mercado de eletrônicos por alguns anos. Mas continue na esperança, pois surpresas podem acontecer e novos métodos de armazenamento de energia podem surgir nessa indústria da tecnologia que nunca perde o pique.






Matéria do site Terra disponível em:

http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5141567-EI12882,00-Veja+tecnologias+de+bateria+mais+promissoras+para+o+futuro.html



Acessado em: 22-05-2011


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Opinião do grupo:



A tecnologia no século XXI está aliada à sustentabilidade. Hoje, não se pode pensar em desenvolver sem preservar o meio ambiente. E é isso que essas novas formas de baterias tentam fazer, conservar (e aumentar) sua carga, mas também poluir menos possível.



A Evolução da Telefonia Celular

A União Internacional de Telecomunicações considera que "O telefone celular foi a tecnologia mais rapidamente adotada pela humanidade", e de fato é difícil pensar o contrário. O primeiro aparelho foi criado nos Estados Unidos em 1947 e a partir daí houve várias modificações até chegar ao aparelho que conhecemos hoje.

A primeira geração de celulares, comercializada durante os anos 80, contava com aparelhos imensos que tinham cerca de 30 cm e pesavam até 1 kg. Geralmente eram levados dentro do carro e tinham um preço elevado, tanto o aparelho quanto o plano de telefonia.



Com os avanços tecnológicos os fabricantes conseguiram desenvolver aparelhos digitais, que eram muito menores comparados com seus predecessores, mas o maior destaque desses aparelhos era as suas novas funções que até então eram impensáveis em um celular, enviar mensagens de texto, fazer cálculos e até jogar alguns jogos.

Isso pode parecer banal perto dos celulares de hoje, mas essas funcionalidades práticas atraíram um grande interesse do mercado consumidor que passou a adotar celulares tanto pelas funcionalidades práticas do aparelho, quanto pelo baixo preço que as empresas conseguiram atingir.



Hoje em dia os aparelhos celulares fazem parte da vida de muitas pessoas e algumas se sentem extremamente perdidas sem eles, além de ajudar na organização e no entretenimento, o aparelho ainda mantém a sua função inicial: se comunicar. É muito prático poder fazer uma ligação de qualquer lugar ou ainda mandar uma mensagem de texto, o que deixa a pessoa capaz de se comunicar praticamente a qualquer hora e lugar.

Com os avanços tecnológicos, as empresas de telefonia adicionam cada vez mais funcionalidades e atrativos nos aparelhos e os tornaram cada vez mais parecidos com computadores, o interesse dos consumidores é cada vez mais alimentado e o mercado está sempre em expansão.



Referências
A História dos Celulares. In: Blog Tutorial Para Tudo. Disponível em: . Acesso em 8 de Maio de 2011.
História: a evolução do celular. In: Blog Tecmundo. Disponível em: < http://www.tecmundo.com.br/2140-historia-a-evolucao-do-celular.htm>. Acesso em 8 de Maio de 2011.
Telefone celular. In: Wikipedia. Disponível em: < http://pt.wikipedia.org/wiki/Celular>. Acesso em 8 de Maio de 2011.

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Nossa opinião:
O celular hoje é a segunda maior forma de telecomunicação (atrás somente da internet) e a tendência é que haja cada vez mais a integração dessas duas nos aparelhos mais modernos, com o acesso a internet e o uso de redes sociais pelo celular, logo o celulares estarão cada vez mais se tornando uma forma de comunicação ultra veloz com a vantagem de ser usado em praticamente qualquer lugar e tornando a vida das pessoas que o usam cada vez mais dinâmica.

Novo Nook é mais simples e barato que versões anteriores

Novo Nook é mais simples e barato que versões anteriores

Barnes & Nobles simplificou aparelho para garantir preço competitivo com o Kindle

O novo Nook, anunciado hoje pela Barnes & Noble, é mais simples, leve, básico e barato que seu modelo anterior. O Nook Simple Touch (Nook de toque simples, em tradução livre) tem tela preta e branca sensível ao toque, apenas um botão para ligar e desligar, conexão Wi-Fi e preço para competir com o Kindle.

Reprodução
Novo Nook, apresentado hoje, ficou mais simples para conseguir ter redução de preço

Por US$ 139 (R$ 226) os consumidores americanos poderão escolher o e-reader da Amazon ou o da Barnes & Noble. Agora, apenas o modelo do Kindle que aceita publicidade está com preço abaixo ao do Nook, sendo vendido por US$ 114 (R$ 185).

Para dispensar os botões e corrigir problemas no tempo de resposta do toque dos dedos, o Nook Simple Touch é cheio de sensores infravermelhos ao redor da tela. Segundo a Barnes & Noble estes sensores aumentam em até 80% o desempenho do aparelho, quando comparada às telas e-ink sensíveis ao toque convencionais.

O novo Nook chega ao mercado com seis polegadas de tela e dimensões de 12,7 centímetros de largura, 16,5 centímetros de comprimento e 1,2 centímetro de espessura. O peso do aparelho é de aproximadamente 250 gramas.

Com capacidade de armazenamento de 2GB e entrada para mini cartão SD de até 32GB, o Simple Touch promete armazenar até mil livros no modo padrão. Mas, se o aparelho perdeu memória, ganhou bateria. Segundo o presidente da Barnes & Noble, William Lynch, com apenas uma carga é possível ler por dois meses.

Por Daniel Telles Marques, para o iG Tecnologia

Fonte Link: http://tecnologia.ig.com.br/noticia/2011/05/24/novo+nook+e+mais+simples+e+barato+que+versoes+anteriores+10427451.html

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Muito interessante esta variedade e inovação estara a disposição de usuarios no Brasil, com a mesma intensidade neste momento? Esta é uma duvida do grupo, que por estar refletindo sobre a inclusão de novos usuarios a essas tecnologias muito relevante na área acadêmica.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Laser bate recorde transferindo 26 Terabytes de dados em um segundo





Um único feixe de laser foi utilizado para transferir 26 Terabytes de dados em um segundo por pesquisadores alemães do Instituto de Tecnologia de Karlsruhe. O total de dados foi o equivalente a 700 DVDs e estabelece um novo recorde para esse método de tranferência a laser.


De acordo com Wolfgang Freude, co-autor do estudo, esta não é a transferência mais rápida da história através de laser. "Experimentos de 100 Terabytes por segundo já foram demonstrados anteriormente", afirmou o pesquisador. Apesar disso, o experimento anterior utilizou um total de 370 lasers para fazer a transferência completa, o que tornou o processo extremamente caro.


O segredo para o envio de dados utilizando apenas um laser foi enviar pulsos curtos em um chamado "pente de frequência", que consiste em uma série de luzes de cores diferentes dentro de um único feixe laser. Na destinação, cada uma das correntes coloridas é absorvida por um equipamento especial, que recebe os dados através de uma fibra óptica.


De acordo com o pesquisador, apesar de complexo, o método poderia ser aplicado com chips de silício, permitindo que máquinas comuns do dia a dia também possam realizar transferências de dados nessa velocidade.

Fonte:

Materia do site Olhar Digital Disponível em <http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/laser_bate_recorde_transferindo_26_terabites_de_dados_em_um_segundo> Acessado em: 24/05/2011



Comentário:

Tal aprimoramento de transmissão de informações é algo extremamente útil para a disseminação da informação na sociedade, de modo que as pessoas poderão ter acesso a informações de uma forma mais rápida e prática.


É evidente que as melhorias das tecnologias, trarão mais comodidade para a sociedade, porém devemos nos lembrar que não é melhorando os meios de transmissão de informação que vamos chegar numa sociedade da informação, pois não são todas as pessoas que têm acesso a ela. Barreto deixa essa preocupação clara no seu texto:


“A problemática da sociedade da informação traz um discurso moderno escondendo muitas vezes ou colocando como envelhecidos fatos latentes existentes na realidade como: diferenças de renda, educação, habitação, alimentação, lazer, etc.” (BARRETO 2003).


Melhorias são sempre “bem vindas”, porém devemos nos preocupar até que ponto essa melhoria veloz nos deixa como sociedade. E como esses avanços podem está afastando pessoas, ao contrário de seu objetivo inicial, que era aproximação das pessoas rumo à sociedade da informação.


Referências:

BARRETO, A. A. . O TEMPO E O ESPAÇO DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO. Transinformação, Campinas, São Paulo, v. 14, n. 1, p. 17-24, 2002.


Microsoft Photosynth

Imagine um assassinato em uma festa de formatura e a única forma de desvendar o caso é a reconstituição da cena do crime. O problema é gigantesco uma vez que centenas de pessoas estavam no local no momento.

Com o uso da tecnologia PHOTOSYNTH da Microsoft a equipe "reconstitui" a cena do crime utilizando fotografias de centenas de máquinas fotográficas e celulares dos participantes da festa e desvenda o caso.

A tecnologia foi inspirada nas antigas técnicas de foto montagem onde o fotógrafo fazia diversas fotos e colava-as uma a uma formando uma imagem maior. Com o uso da tecnologia essas possibilidades se tornam ainda mais interessantes.

Através dela é possível reconstituir todo um ambiente em três dimensões (3D). Museus virtuais, a utilização das imagens em mapas entre outras aplicações estão sendo desenvolvidas através desta tecnologia.

Estas técnicas advindas de diversos campos (principalmente da computação visual) examina cada ponto da imagem tentando localizar padrões de objetos e fazendo uma análise subjetiva consegue unir os fragmentos formando um cenário completo e navegável.

Abaixo você pode experimentar algumas montagens:







Referências

MICROSOFT Photosynth. Disponível em: . Acesso em: 24 Mai. 2011.

ROMANO,B. J. Microsoft Photosynth makes star turn on CSI NY, 2008. Disponível em: . Acesso em: 24 Mai. 2011.




Comentário do Grupo

A despeito da aparente simplicidade, o produto utiliza modernas tecnicas de tratamento de imagens digitais, arquivamento, armazenamento, recuperação e navegação em espaços virtuais em um único produto.

A escolha da tecnologia foi motivada pelo motivo de que as tecnologias ligadas a nossa área no que se refere à imagens permite um amplo estudo e desenvolvimento.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Intel apresenta transistores 3-D de 22 nanômetros


Tri-Gate

A Intel anunciou o início da fabricação em escala industrial de transistores 3-D com estruturas de 22 nanômetros.

Ainda não são os tão esperados processadores 3-D, mas representam um inegável avanço em direção à economia de energia e um novo fôlego para a Lei de Moore.

Os transistores 3-D, chamados Tri-Gate, serão usados na fabricação de uma família de microprocessadores de 22 nanômetros que atende pelo codinome de Ivy Bridge.


Transístor 3-D

Desde a invenção de transístor, há mais de 60 anos, esta é a primeira vez que um transístor 3-D entra em linha industrial de produção.

Um transístor possui três portas, ou eletrodos, chamadas emissor, coletor e base. Nos transistores planos atuais, esses eletrodos são construídos como três fios salientes sobre uma superfície de silício.

No Tri-Gate, cada porta fica em um dos planos de uma única saliência - uma de cada um dos lados e outra no topo - reduzindo significativamente a área ocupada pelo transístor.

A maior proximidade das portas permite um melhor controle da corrente, o que significa que mais corrente pode passar quando o transístor está na condição "ligado" - aumentando o desempenho - e quase nenhuma corrente flui quando ele está na condição "desligado" - diminuindo o consumo de energia.

Esses ganhos podem ser ampliados até um certo limite, ao menos teoricamente, aumentando a altura da estrutura Tri-Gate, o que deverá ser obtido nas futuras gerações dos transistores 3-D.
Intel apresenta transistores 3-D de 22 nanômetros
No Tri-Gate, cada porta fica em um dos planos de uma única saliência - uma de cada um dos lados e outra no topo - reduzindo significativamente a área ocupada pelo transístor.


Desempenho e economia de energia

Segundo a Intel, seus transistores 3-D Tri-Gate permitem que os chips funcionem com uma tensão menor e sofram menos dos famigerados "vazamentos de corrente", "oferecendo uma combinação sem precedentes de desempenho e eficiência energética."

Os transistores de 3-D Tri-Gate de 22 nanômetros apresentam um desempenho até 37 por cento maior do que os atuais transistores planos de 32 nanômetros da empresa, quando ambos operam sob baixa tensão.

Quando comparados funcionando a plena potência, os transistores 3-D consomem metade da energia dos transistores planares atuais.

Mas tudo continua apontando para a manutenção das "famílias" de processadores - umas voltadas para baixo consumo de energia, usadas em computadores portáteis, e outras voltadas para alto desempenho, com maior consumo de energia.


Nova dimensão

Os transistores tridimensionais representam uma mudança radical da estrutura do transístor planar bidimensional clássico, presente não apenas em todos os computadores, telefones celulares e equipamentos eletrônicos de consumo, mas também nos controles eletrônicos dentro de carros, satélites e sondas espaciais, eletrodomésticos, dispositivos médicos etc.

Os cientistas reconhecem há muito tempo os benefícios da estrutura 3-D não apenas para os transistores individualmente, mas também para o próprio chip como um todo. Mas essas vantagens, demonstradas há anos em laboratório, dependem de outros elementos para migrarem para as fábricas - elementos de natureza técnica e econômica.

O elevado consumo de energia dos processadores atuais, que os fez estacionar em termos de clock ao longo dos últimos anos, parece ter sido a razão técnica que faltava. Mesmo o advento dos processadores com múltiplos núcleos não parecia ser suficiente para salvar a Lei de Moore.

O primeiro protótipo de processador de 22 nanômetros foi apresentado pela Intel equipando um notebook. A previsão é que os primeiros processadores Ivy Bridge cheguem ao mercado até o final de 2011.


FONTE

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=intel-transistores-3-d&id=010110110506


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COMENTÁRIO DO GRUPO

A competição tecnológica pelo mercado de processadores é marcado pelas gigantes INTEL e AMD, lideres do segmento responsaveis pela maioria dos avanços tecnológico de hardwares de computadores, notebooks, placas gráficas e outros componentes. A INTEL mais uma vez sai na frente, inovando com um processador de 22 nanometros, capaz de trazer ao mundo digital novas possibilidades de desempenho e robustez para as mais diversas áreas, fornecendo alto rendimento e capacidade de resposta.

A superação da INTEL é temporária, a briga por quem é a melhor ainda continuará por muito tempo. Dentre os 3 maiores datacenters do mundo, os dois primeiros são da AMD, cujo desempenho e tecnologia superam historicamente a INTEL.

Para nós usuários, esta disputa é muito saudável. Melhorias gráficas e maior velocidade para trabalhar com arquivos e programas simultâneos será uma tarefa mais fácil.

domingo, 22 de maio de 2011

Cloud Computing

Hoje em dia é muito comum ouvir o termo “Cloud Computing” (CP) conhecido no português como computação na nuvem, mais o que isso significa? Quais as vantagens de se utilizar a Cloud Computing? E como utilizar? São algumas das perguntas de muitos usuários da internet.

Cloud computing é tudo aquilo que está hospedado na internet, ou em outras palavras, tudo o que esta na nuvem, essa tecnologia já faz parte do nosso dia a dia a algum tempo, se você utiliza o Hotmail ou Music Beta do Google, por exemplo, todos as suas informações contidas lá estão na nuvem.

As grandes empresas já perceberam as vantagens da cloud computing, e grande parte delas já estão lançando serviços e produtos nesse ambiente, como é o caso da Amazon, SAP, Google, Microsoft entre outros. As vantagens para o mundo corporativo são imensas, com software como “Windows Azure” que funciona como o sistema operacional da nuvem possibilitando o desenvolvimento de produtos sem um servidor local, essas informações geradas são direcionadas para um “Data Center”, onde ficam armazenadas podendo ser acessadas de qualquer computador com acesso a internet, vantagem para grandes corporações que tem funcionários espalhados pelo mundo.

Outra grande vantagem da cloud computing é que conforme a necessidade de infra-estrutura for percebida existe a possibilidade de se acrescentar máquinas até que seja atingida a expectativa da empresa, um exemplo disso foi o site do evento musical Rock In Rio, que prevendo um pico de acessos na época de venda de ingressos estruturou todo seu processo na cloud computing, e o site não “travou” nenhuma vez, como se diz no mundo da internet, pois conforme o numero de acessos foi aumentando novas máquinas foram sendo adicionadas ate que o numero de máquinas fossem suficientes para a demanda do momento.

A Apple uma das maiores empresas da atualidade fechou acordos com os maiores estúdios musicais, com o intuito de lançar um serviço voltado para cloud computing, o “Icloud” serviço de musica em streaming onde o usuário tem o seu HD escaneado e suas musicas vão parar na nuvem, podendo acessar seu playlist em qualquer lugar com conexão a internet no mundo todo, a previsão do lançamento desse produto esta marcada para dia 06 de junho na conferência internacional de desenvolvedores, mas não se sabe quando esse serviço estará disponível no Brasil.

Fontes:



Imagem 1 extraido do buscador Bing, disonivel em http://saboursecurity.files.wordpress.com/2010/08/cloud-computing.jpg

Imagem 2 extraida do buscador Bing, dispoivel em http://kmug.co.kr/board/data/macnews/icloud.png

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Ficou claro para o grupo que a cloud computing é uma tendência muito forte na atualidade, gerando novos nichos de mercado e possibilitando novos meios de interação com o usuário, acreditamos que em um curto prazo de tempo tudo estará na nuvem possibilitando novas experiências.