quinta-feira, 16 de junho de 2011

Microsoft lança software de desenvolvimento para Kinect


A Microsoft disponibilizou nesta quinta-feira (16) uma versão de teste do software por trás de seu sensor de movimentos Kinect compatível com o Windows 7, na esperança de que desenvolvedores inventem recursos para unir as funções do aparelho ao uso em computadores.O Kinect, lançado no ano passado, é um conjunto de câmera e microfone que, quando conectado ao console Xbox 360, permite que os usuários comandem jogos por gestos e voz.O aparelho é visto por alguns como um precursor da computação do futuro e chamou imediatamente a atenção de hackers, que descobriram formas de fazê-lo funcionar em computadores comuns.A princípio, a Microsoft foi hostil a tais esforços, mas, ao lançar uma versão beta do pacote de desenvolvimento de software para o Kinect, mostra estar interessada em ver o que desenvolvedores poderão fazer com a tecnologia.O pacote de software --que, segundo a Microsoft, não deve ter usos comerciais no momento-- pode ser baixado no endereço http://research.microsoft.com/en-us/um/redmond/projects/kinectsdk

Publicado em: 16/06/2011 - 16h19

Matéria do site Folha Uol Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/tec/930960-microsoft-lanca-software-de-desenvolvimento-para-kinect.shtml. Acessado em: 17/jun/2011.
_____________________________________________________


Como todo lançamento sem dúvida terá problemas e críticas, mas com o objetivo de aperfeiçoar cada vez mais o entretenimento as soluçãoes serão rápidas. Com isto podemos concluir que a tecnologia cada vez mais participa do conforto e comodidade para melhorar sempre.







Tecnologia Magnotech

A Philips desenvolveu uma tecnologia capaz de revolucionar o método de diagnósticos de doenças em pacientes, um aparelho portátil com sensor biológico, que a partir de pequenas partículas de saliva, detecta doenças que podem colocar em risco a vida do indivíduo e pode facilitar a detecção de urgências nos ambientes de atendimento de saúde de caráter.




A tecnologia portátil Magnotech da Philips pode proporcionar:
• Volume reduzido de amostra (uma gota de sangue ou de saliva);
• Facilidade de uso (pode ser aplicada em testes domésticos);
• Várias análises (podem ser feitas várias análises simultaneamente, dependendo da aplicação);
• Sensibilidade com qualidade laboratorial;
• Velocidade (avaliação entre 1 e 5 minutos, dependendo da aplicação).


Resultados a partir de amostras pequenas

Integrada a um cartucho de sensor biológico descartável inserido em um analisador portátil, a Magnotech usa nanopartículas magnéticas para avaliar as moléculas desejadas em concentrações reduzidíssimas (picomolares) de sangue ou saliva – isso em questão de minutos. O cartucho descartável é abastecido automaticamente com uma gota de sangue ou de saliva. Uma vez completado, não há a exigência de nenhum outro movimento de fluido. Atualmente, medir concentrações muito reduzidas de marcadores biológicos tendo em vista o diagnóstico de doenças (por exemplo, cardiovasculares) exige uma análise em laboratório, volumes muito grandes e uma certa demora no resultado: entre 30 e 60 minutos.

Disponível em:  http://www.newscenter.philips.com/br_pt/standard/about/news/press/article-4167.wpd

Acesso em: 16 jul. 2011


Comentário do grupo.
Consideramos que esta é uma tecnologia relevante, pois devido a sua multifuncionalidade, diversas atividades importantes relativas a saúde do ser humano, tem um procedimento que além de eficiente, é rápido.
Este aparelho facilita e agiliza o diagnóstico de qualquer substância irregular presente no organismo do indivíduo submetido ao seu uso. Embora o contexto abordado no tema desta tecnologia não esteja tão ligado a nossa área, consideramos de fato, um avanço muito importante no ambiente da saúde.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Nokia 888 Comunicator – o incrível Celular Flexível




Após a revolucionária descoberta do display FOLED (display que possui propriedades maleáveis), a criatividade dos desenvolvedores de aparelhos eletrônicos não parece ter mais limites. Aproveitando esta nova oportunidade, a Nokia vem trabalhando em um novo conceito que é um simples display touchscreen flexível e com a superfície sem teclado, onde poderá ser usado como um bracelete prender � roupa como um um clip ou ainda, enrolá-lo para guardar na carteira, bolsa, bolso, pochete… em qualquer lugar que possa ser facilmente transportado.



O projeto recebeu o nome de Nokia 888 Comunicator, onde este conceito rendeu o mais que merecido primeiro lugar no Nikia´s Benelux Design Contest, apresentando uma gama recursos impressionantes para um único celular. Além de sua notável implementação FOLED com superfície touchscreen, este conceito ganha destaque com o uso de bateria líquida e reconhecimento de voz.


Outro recurso interessante neste conceito é o e-motion, do qual é possível você definir uma forma para o corpo do celular, salvar e envia-la para seus amigos como se fosse uma mensagem SMS. Por exemplo, você pode deixa-lo na forma de um coração e enviar para sua namorada. Desta forma, ao tocar o Nokia 888 de sua namorada, ele automaticamente se dobrará, formando o coração que você configurou.



A Nokia realmente caprichou neste conceito, dando um banho de inovação tecnológica, deixando qualquer fanático por tecnologia com os olhos arregalados.

Fonte: http://www.offboard.com.br/2007/03/31/nokia-888-comunicator-o-incrivel-celular-flexivel/

____________________________________________________________________________________


Comentário do Grupo:
Por esse aparelho estar muito presente em nosso cotidiano, principalmente ligado ao trabalho, a maior vantagem dessa tecnologia é o fato de o celular se tornar muito mais compacto, facilitando o manuseio e, principalmente, o transporte.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Como funcionam os LEDs

Introdução


Diodos emissores de luz, conhecidos como LEDs, são verdadeiros heróis não reconhecidos no mundo da eletrônica. Eles fazem vários trabalhos e são encontrados em todos os tipos de aparelhos. Eles formam os números em relógios digitais , transmitem informações de controles remotos, iluminam relógios e informam quando suas ferramentas estão ligadas. Agrupados, eles podem formar imagens em uma tela de televisão gigante ou lâmpada incandescente normal. Basicamente, os LEDs são lâmpadas pequenas que se ajustam facilmente em um circuito elétrico. Mas diferentes de lâmpadas incandescentes comuns eles não têm filamentos que se queimam e não ficam muito quentes. Além disso eles são iluminados somente pelo movimento de elétrons em um material semicondutor, e duram tanto quanto um transistor padrão.

Neste artigo, vamos examinar os princípios básicos existentes por trás destes sinais luminosos que encontramos em todos os lugares, apresentando alguns princípios bacanas da eletricidade e luz no processo.


O que é um diodo?

Um diodo é o tipo mais simples de semicondutor. De modo geral, um semicondutor é um material com capacidade variável de conduzir corrente elétrica. A maioria dos semicondutores é feita de um condutor pobre que teveimpurezas (átomos de outro material) adicionadas a ele. O processo de adição de impurezas é chamado de dopagem.

No caso dos LEDs, o material condutor é normalmente arseneto de alumínio e gálio (AlGaAs). No arseneto de alumínio e gálio puro, todos os átomos se ligam perfeitamente a seus vizinhos, sem deixar elétrons (partículas com carga negativa) livres para conduzir corrente elétrica. No material dopado, átomos adicionais alteram o equilíbrio, adicionando elétrons livres ou criando buracosonde os elétrons podem ir. Qualquer destas adições pode tornar o material um melhor condutor.

Um semicondutor com elétrons extras é chamado material tipo-N, já que tem partículas extras carregadas negativamente. No material tipo-N, elétrons livres se movem da área carregada negativamente para uma área carregadapositivamente.

Um semicondutor com buracos extras é chamado material tipo-P, já que ele efetivamente tem partículas extras carregadas positivamente. Os elétrons podem pular de buraco em buraco, movendo-se de uma área carregada negativamente para uma área carregada positivamente. Como resultado, os próprios buracos parecem se mover de uma área carregada positivamente para uma área carregada negativamente.

Um diodo é composto por uma seção de material tipo-N ligado a uma seção de material tipo-P, com eletrodos em cada extremidade. Essa combinação conduz eletricidade apenas em um sentido. Quando nenhuma voltagem é aplicada ao diodo, os elétrons do material tipo-N preenchem os buracos do material tipo-P ao longo da junção entre as camadas, formando uma zona vazia. Em uma zona vazia, o material semicondutor volta ao seu estado isolante original - todos os buracos estão preenchidos, de modo que não haja elétrons livres ou espaços vazios para elétrons, e assim a carga não pode fluir.


Na junção, elétrons livres do material tipo-N preenchem buracos do material tipo-P. Isto cria uma camada isolante no meio do diodo, chamada de zona vazia.

Para se livrar da zona vazia, você precisa que elétrons se movam da área tipo-N para a área tipo-P e que buracos se movam no sentido inverso. Para fazer isto, você conecta o lado tipo-N do diodo ao terminal negativo do circuito e o lado tipo-P ao terminal positivo. Os elétrons livres no material tipo-N são repelidos pelo eletrodo negativo e atraídos para o eletrodo positivo. Os buracos no material tipo-P se movem no sentido contrário. Quando a diferença de potencial entre os eletrodos é alta o suficiente, os elétrons na zona vazia são retirados de seus buracos e começam a se mover livremente de novo. A zona vazia desaparece e a carga se move através do diodo.


Quando o terminal negativo do circuito é preso à camada tipo-N e o terminal positivo é preso à camada tipo-P, elétrons e buracos começam a se mover e a zona vazia desaparece

Se você tentar mover a corrente no sentido oposto, com o lado tipo-P conectado ao terminal negativo do circuito e o lado tipo-N conectado ao pólo positivo, a corrente não fluirá. Os elétrons negativos no material tipo-N são atraídos para o eletrodo positivo. Os buracos positivos no material tipo-P são atraídos para o eletrodo negativo. Nenhuma corrente flui através da junção porque os buracos e os elétrons estão cada um se movendo no sentido errado. A zona vazia então aumenta. Para obter mais informações sobre o processo, consulte Como funcionam semicondutores.


Quando o terminal positivo do circuito está ligado à camada tipo-N e o terminal negativo está ligado à camada tipo-P, elétrons livres são coletados em um terminal do diodo e os buracos são coletados em outro. A zona vazia se torna maior.

A interação entre elétrons e buracos nesta configuração tem um interessante efeito colateral - ela gera luz. Na próxima seção, descobriremos exatamente o porquê disso.


Como pode um diodo produzir luz?

Luz é uma forma de energia que pode ser liberada por um átomo. Ela é feita de uma grande quantidade de pequenos pacotes tipo partículas que têm energia e momento, mas nenhuma massa. Estas partículas, chamadas fótons, são as unidades básicas da luz.

Os fótons são liberados como um resultado do movimento de elétrons. Em um átomo, os elétrons se movem em orbitais ao redor do núcleo. Elétrons em orbitais diferentes têm quantidades diferentes de energia. De maneira geral, os elétrons com mais energia se movem em orbitais mais distantes do núcleo.

Para um elétron pular de um orbital mais baixo para um mais alto, algo deve aumentar seu nível de energia. Inversamente, um elétron libera energia quando "cai" de um orbital mais alto para um mais baixo. Essa energia é liberada na forma de um fóton. Uma grande queda de energia libera um fóton de alta energia, que é caracterizado por uma alta freqüência. Verifique Como funciona a luz para obter uma explicação completa.

Como vimos na última seção, elétrons livres se movendo através de um diodo podem cair em buracos de uma camada tipo-P. Isto envolve uma "queda" a partir da banda de condução para um orbital mais baixo, quando então os elétrons liberam energia na forma de fótons. Isso acontece em qualquer diodo, mas você pode apenas ver os fótons quando o diodo é composto por um material específico. Por exemplo, os átomos em um diodo de silício padrão são arrumados de forma que os elétrons "saltem" uma distância relativamente curta. Como resultado, a freqüência do fóton é tão baixa que é invisível ao olho humano - está na porção infravermelha do espectro de luz. Certamente, isto não é necessariamente algo ruim: LEDs infravermelhos são ideais paracontroles remotos, entre outras coisas.


Diodos emissores de luz visível (VLEDs), como os que iluminam um relógio digital, são feitos com materiais que possuem uma grande distância entre a banda de condução e as orbitais mais baixos. A distância determina a freqüência do fóton - em outras palavras, ela determina a cor da luz.

Enquanto todos os diodos liberam luz, a maioria não o faz muito eficientemente. Em um diodo comum, o próprio material semicondutor termina absorvendo parte da energia da luz. Os LEDs são fabricados especialmente para liberar um grande número de fótons para fora. Além disso, eles são montados em bulbos de plásticos que concentram a luz em uma direção específica. Como você pode ver no diagrama, a maior parte da luz do diodo ricocheteia pelas laterais do bulbo, viajando na direção da ponta redonda.


Os LEDs têm muitas vantagens sobre lâmpadas incandescentes convencionais. Uma delas é que eles não têm um filamento que se queime e então durarão muito mais tempo. Além disso, seus pequenos bulbos de plástico os tornam muito mais duráveis. Eles também cabem mais facilmente nos modernos circuitos eletrônicos.

Mas a principal vantagem é a eficiência. Em uma lâmpada incandescenteconvencional, o processo de produção de luz envolve a geração de muito calor (o filamento deve ser aquecido). Isso é energia totalmente desperdiçada. A menos que você use lâmpadas como aquecedor, porque uma enorme porção de eletricidade disponível não está indo para a produção de luz visível. LEDs geram pouco calor. Uma porcentagem muito mais alta de energia elétrica está indo diretamente para a geração de luz, o que diminui a demanda de eletricidade consideravelmente.

Até recentemente, os LEDs eram muito caros para serem usados na maioria das aplicações de iluminação, porque eles são feitos com material semicondutor avançado. Entretanto, o preço de dispositivos semicondutores tem caído na última década, tornando os LEDs uma opção de iluminação mais viável para uma grande variedade de situações. Embora inicialmente eles possam ser mais caros que as luzes incandescentes, seu custo mais baixo ao longo do tempo de uso faz deles uma melhor aquisição. No futuro, os diodos terão um papel ainda mais importante no mundo da tecnologia.


Fonte: http://eletronicos.hsw.uol.com.br/led.htm

_____________________________________

Comentário do grupo:

LED é uma tecnologia revolucionária. É uma tecnologia ecologicamente correta e quase não consome energia. É uma ótima opção para postes de luz, por exemplo. Seu problema é o custo de produção e adaptação, mas seu uso está aumentando aos poucos.

O LED é importante porque permite desde fazer tatuagens que brilham até a importantes e grandes aplicações biomédicas.

Devido a importância do LED e suas inúmeras aplicações, achamos interessante colocar o funcionamento do LED.




Google libera tecnologia de chat por voz e vídeo como open source

(Por IDG News Service/Nova York - Joab Jackson)


Foto: http://www.ipnews.com.br/telefoniaip/images/stories/Banco_de_Imagens/Internet/video-chat.png

Com a decisão, empresa espera que a tecnologia, chamada WebRTC, seja usada por desenvolvedores em aplicações web de conversas em tempo real.

A Google liberou o código-fonte de uma tecnologia com a esperança de que desenvolvedores a usem para embutir conversas em vídeo e voz em tempo real nas suas aplicações para a web.A Google comprou a tecnologia, chamada WebRTC (Web Real Time Communication), quando adquiriu a desenvolvedora de software de Voz sobre IP (VoIP) Global IPSolutions em 2010, por aproximadamente 68,2 milhões de dólares. A empresa afirmou que publicaria o software como código aberto no começo de maio.A WebRTC é um conjunto de tecnologias de processamento de sinais de voz e vídeo, que pode ser utilizada por desenvolvedores por meio de tags HTML e APIs JavaScript.

Hoje, os serviços de bate-papo por vídeo e áudio de empresas como Skype são em grande parte proprietários, acessíveis apenas por meio de plug-ins e programas-cliente. No mês passado, a Microsoft concordou em comprar a Skype por 8,5 bilhões de dólares.

Direto no browser

A Google quer que terceiros usem os motores de voz e vídeo para criar aplicações de chat que possam funcionar diretamente no browser. A Global IP Solutions criou programas-cliente móveis com base na WebRTC e que funcionam nos sistemas Android, Windows Mobile e iPhone. A tecnologia também foi utilizada pela Ericsson na criação de um protótipo de videoconferência.
A decisão de abrir o código da WebRTC repete um passo semelhante dado pela Google quando comprou a fornecedora de compressão de vídeo On2 Technologies em 2010. Logo em seguida a empresa publicou o codec de vídeo VP8 da On2 como código aberto, fornecendo assim uma alternativa livre de royalties ao popular padrão H.264.

A Google trabalha com outros desenvolvedores de navegadores, como Mozilla e Opera, na esperança de que eles venham a operar com sua tecnologia. A empresa também participa do World Wide Web Consortium (W3C) e da Internet Engineering Task Force (IETF) na criação de padrões de comunicação em tempo real para a web. A WebRTC tem como base a API padrão Web Applications 1.0, do W3C.

O código-fonte está disponível sob uma licença livre de royalties, no estilo Berkeley Software Distribution (BSD).

Referência:
IDG Now - Matéria publicada em 01 jun 2011 - Disponivel em http://idgnow.uol.com.br/telecom/2011/06/01/google-libera-tecnologia-de-chat-por-voz-e-video-como-open-source/ acesso em 11 jun 2011



Opinião do Grupo: É impossivel negar a presença da internet no nosso dia a dia. O google e seus produtos, consequentemente assumem um papel importante na vida das pessoas dentro deste contexto. Ao incluir mais ferramentas em seus serviços ou criar novas funcionalidades, ou até mesmo, abrir espaço para que terceiros tenham a liberdade de criação, trazendo mais praticidade e agilidade no que diz respeito à comunicação, acesso a conteúdos e ampliação do conhecimento, o que acaba sendo algo bem positivo.

Os Jetsons na vida real: robô doméstico chegará ao mercado em breve

Luna, primeiro robô doméstico a chegar ao mercado, não teve preço divulgado. Mas fabricantes afirmam que valor será acessível à população

Quem assistiu Os Jetsons na década de 1960, provavelmente sonhou com um robô trabalhando como empregada doméstica como a Rosie. A inteligência artificial fazia parte da família do futuro, cuidando das crianças e fazendo as tarefas da casa.

Levando essa ideia a sério, a companhia SchultzeWORKS criou o Luna, um robô que mistura o design das personagens Rosie e Eva, do filme Wall-E (2008). De acordo com a fabricante, ela é a primeira robô pessoal completamente programável em código aberto e "expansível", graças às peças que podem ser acopladas aos braços.

“Nós conduzimos uma grande pesquisa com o estúdio de design para que o resultado fosse de um robô excepcional dentro do ramo da engenharia e de seu contexto (robô doméstico)”, afirma Fred Nikgohar, CEO da RoboDynamics.

Mesmo com preços e datas não definidas para lançamento, a SchultzeWORKS afirma que seu preço será acessível, para que várias classes possam desfrutar da robô doméstica.

Veja, abaixo, algumas fotos do produto (clique para ampliar):







Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/produtos/digital_news/noticias/os_jetsons_na_vida_real_empregada_domestica_robo_chegara_ao_mercado_em_breve


--------------------------------------------------------

OPINIÃO DO GRUPO

Nas mais diversas áreas do conhecimento, tem sido crescente os avanços tecnológicos e substâncial a importância destes aparatos para a sociedade. Um robo doméstico nos dias de hoje, nos parece algo completamente utópico, entretanto se considerarmos algumas tecnologias que para nós são comuns, como por exemplo: os celulares, microondas, pendrives e muitas outras, podemos acreditar que robos domésticos, geladeiras que fazem compras via internet e carros movido a luz solar, não são um completo absurdo, tendo em vista que, uma vez alcançado determinado padrão tecnológico que possibilite o uso e que seja economicamente viável sua praticidade, com certeza terá um mercado abundante dada sua demanda por uma sociedade que é naturalmente consumista e inclinada a praticidades dos tempos modernos.

Tecnologia VOIP

Introdução

Imagine você fazendo uma ligação telefônica para um parente ou para um amigo que mora em outro país, mas pagando apenas o valor de uma chamada local. Ou então, imagine você falando por horas no telefone com seu(ua) namorado(a) sem se preocupar com a conta telefônica. Isso está se tornando realidade graças ao VoIP. Neste artigo, você entenderá o que é isso e como essa tecnologia funciona.

O que é VoIP

VoIP (imagem do site cntele.com)

VoIP (Voice over Internet Protocol) é uma tecnologia que permite a transmissão de voz por IP, tornando possível a realização de chamadas telefônicas (com qualidade) pela internet. Também conhecida por Voz sobre IP, o VoIP está cada vez mais popular e surgem cada vez mais empresas que lidam com essa tecnologia.

O voIP faz com que as redes de telefonia se "misturem" às redes de dados. Dessa forma, é possível que, usando um microfone, caixas ou fones de som e um software apropriado, você faça uma ligação para telefones convencionais por meio de seu computador.

A tecnologia VoIP também tem sido aplicada em PABX (Private Automatic Branch Exchange), os conhecidos sistemas de ramais telefônicos. Dessa forma, muitas empresas estão deixando de ter gastos com centrais telefônicas por substituírem estas por sistemas VoIP.

Funcionamento do VoIP

Para que a transmissão de voz seja possível, o VoIP captura a voz, que até então é transmitida de forma analógica e a transforma em pacotes de dados, que podem ser enviados por qualquer rede TCP/IP ((Transport Control Protocol/Internet Protocol). Assim, é perfeitamente possível trabalhar com esses pacotes pela internet. Quando o destino recebe os pacotes, estes são retransformados em sinais analógicos e transmitidos a um meio no qual seja possível ouvir o som.

Apesar de ganhar destaque recentemente, o VoIP não é uma tecnologia nova. Ela já era trabalhada antes mesmo da popularização da internet e chegou a ser considerada um fracasso pelo fato da velocidade de transmissão de dados ser baixo naquela época, impedindo-a de se tornar funcional na maioria das redes.

Para que o VoIP se tornasse um tecnologia viável, foi (e é) necessário investir em QoS (Quality ofService), isto é, em qualidade de serviço. Para que isso fosse possível, uma das soluções seria o aumento da largura de banda, ou seja, o aumento da velocidade de transmissão e recepção de dados. Como o acesso à internet em banda larga é cada vez mais comum, principalmente em empresas, o VoIP passou a se beneficiar disso. No entanto, apenas velocidade não é suficiente.

Cientes disso, várias empresas do ramo passaram a pesquisar soluções que garantissem a melhor qualidade possível na comunicação por VoIP. É natural que isso fosse acontecer, afinal, se uma empresa (ou um conjunto de empresas) obtivesse os melhores resultados, certamente sairia na frente na disputa por clientes. Essa situação fez com que surgissem uma série de soluções para VoIP.

Apesar dos vários padrões de VoIP, praticamente todas as empresas adotaram o protocolo RTP (RealTime Protocol), que, basicamente, tenta fazer com que os pacotes sejam recebidos conforme a ordem de envio. O RTP "ordena" os pacotes de dados, de forma que seja possível a transmissão de dados em tempo real. Caso algum pacote chegue atrasado, o RTP causa uma interpolação entre o "intervalo" deixado pelo pacote e este não é entregue.

Só como exemplo, imagine que para transmitir a palavra infowester seja usado um pacote por letra. Se o pacote da letra w se atrasar, é melhor que o destinatário receba "infoester" do que "infoesterw". O atraso de pacotes pode ocorrer porque estes podem seguir caminhos diferentes para chegar ao destino. Isso não é um problema se você estiver transmitindo um arquivo, pois seus pacotes são "encaixados" no destinatário. Mas com voz e vídeo em tempo real, isso não pode acontecer.

Tal fato deixa claro que o RTP é um recurso muito útil em aplicações que envolvem som e vídeo. Devido a esta característica, seu funcionamento é atrelado a outro protocolo, o RTCP (Real Time ControlProtocol). Este é responsável pela compressão dos pacotes dos dados e também atua no monitoramento destes.

Por ainda ser necessário melhorias, a IETF (Internet Engineering Task Force), entidade responsável pelo RTP e pelo RTCP, sugeriu a aplicação do protocolo RSVP (Resource Reservation Protocol), que tem como principal função alocar parte da banda disponível para a transmissão de voz.

Existem ainda os codecs, protocolos extras que adicionam funcionalidades e maior qualidade à comunicação. Entre eles, tem-se o G.711, o G.722, o G.723, o G.727, entre outros. O que os diferencia são os algoritmos usados, a média de atraso e principalmente a qualidade da voz. Neste último aspecto, o G.711 é considerado excelente. Todos esses codecs são recomendados pela entidade ITU-T (International Telecommunications Union - Telecommunications standardization sector) e geralmente trabalham em conjunto com mais outro protocolo: O CRTP (Compressed Real-Time Protocol), responsável por melhorar a compressão de pacotes e assim dar mais qualidade ao VoIP.

Para que seja possível a interligação das redes telefônicas convencionais com o VoIP, geralmente usa-se um equipamento denominado Gateway. Ele é responsável por fazer a conversão do sinal analógico em digital e vice-versa, além de fazer a conversão para os sinais das chamadas telefônicas. Existe ainda o Gateway Controller (ou Call Agent), que é responsável por controlar as chamadas feitas pelo Gateway.

Para as ligações em longa distância, são utilizados equipamentos conhecidos por Gatekeeper. Eles gerenciam uma série de outros equipamentos e podem autorizar chamadas, fazer controle da largura de banda utilizada, enfim, de grosso modo, ele pode ser entendido como uma central telefônica para VoIP.

Telefonia IP

Imagem do Skype para Linux (imagem do site skype.com)

É muito comum o VoIP ser confundido com Telefonia IP. Ambos são diferentes: a Telefonia IP é uma espécie de "versão evoluída" do VoIP. Na verdade, para um serviço ser caracterizado como Telefonia IP, é necessário que este tenha, no mínimo, funcionalidades e qualidade equivalentes à telefonia convencional.

A tecnologia VoIP, basicamente, converte sinal de voz (analógico) para o formato digital, utlizando tanto a infra-estrutura de dados, quanto a infra-estrutura analógica. A Telefonia IP, por sua vez, também faz uso de aparelhos telefônicos específicos e utiliza de maneira efetiva as redes computacionais (como a internet). Tais dispositivos, geralmente, são sofisticados o suficiente para a transmissão de voz em tempo real e com qualidade que muitas vezes supera a telefonia convencional. O fato mais interessante é que a Telefonia IP consegue essa eficiência sem necessitar de centrais telefônicas e ainda pode apresentar integração com outros serviços de dados, como vídeo e e-mail.

Finalizando

Assim que começou a se popularizar, o VoIP foi encarado como um "inimigo" das empresas de telefonia tradicionais. Mas, logo, viu-se que essa tecnologia é, na verdade, um novo produto a ser explorado. Além das vantagens relativas aos custos, há ainda a questão do constante aumento de qualidade. Já há casos em que a qualidade sonora do VoIP supera a qualidade de uma ligação telefônica convencional.

Atualmente, a tecnologia VoIP não se limita às empresas. Graças ao programa Skype, criado por Niklas Zennström (o criador do KaZaA), o uso de voz sobre IP está sendo possível também a usuários domésticos. Isso é um sinal evidente de que o VoIP pode ser tornar um dos fenômenos da internet, assim como é o e-mail. Certamente, assistiremos uma grande mudança no ato de usar o telefone.


Escrito por Emerson Alecrim - Publicado em 23/01/2005 - Atualizado em 02/04/2005

____________________________________________________________________

Opnião do Grupo:

Tecnologia apesar de antiga, ainda pouco utilizada, se comparada à outras, e muito interessante.
Talvez uma maior disponibilidade e usabilidade desta pudesse alterar profundamente a maneira como entendemos a comunicação oral a distância em tempo real, diminuindo custos e quebrando ainda mais fronteiras.

domingo, 12 de junho de 2011

LIVROS DIGITAIS: A PRÓXIMA GERAÇÃO JÁ CHEGOU

Desde que a febre por e-books (livros digitais) começou, mais e mais são produzidos e trazem consigo agregações tecnológicas interessantes. Essas parecem estimular o sentimento de que o livro impresso está com os dias contados.

Mas esqueça todos produzidos até agora. O que vem por aí vai superar todos esses já existentes. Essa é a afirmação de Mike Matas na apresentação intitulada “A next-generation digital book” no TED.

Matas trabalhou na Apple, onde projetou interfaces de usuário para o iPhone, o iPad e o Mac OS X. O video de quase 5 minutos, apresenta as inovações dos e-books, que vão desde os aspectos estéticos até até a interação ampliada com os conteúdos.

Surpreende ver o que nos aguarda na "próxima" geração, já tão presente entre nós. Vale assistir o video a seguir:






Escrito por: Gilson Pôrto Jr. em 09 de maio de 2011. Disponível em: http://blogdogipo.blogspot.com/2011/05/livros-digitais-proxima-geracao-ja.html. Acesso em: 11 jun. 2011.


Referências:
Imagem livro dominó: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8C8YkItNsfAM2tq8xglTGc0nh314nPgsBZ12XGgT9OvJfk4MXT2vMceIyPBTgxQHcpOIMzlTwcvjAn7hc8P7ZuRa1a7DNDxY5OLXfno3-Y0WCQWGGWVEDVHnJDeIqDJWQGdF4xy0QoEGB/s400/capa.gif. Acesso em: 11 jun. 2011.


Imagem e-book: http://comoaprenderingles.com.br/wp-content/uploads/2010/09/26-livros-digitais-no-aprendizado-de-idiomas_160x120.jpg. Acesso em: 11 jun.2011.


Video:http://www.ted.com/talks/lang/por_br/mike_matas.html. Acesso em: 11 jun. 2011.

________________________________________________________


Opinião do grupo

Não há como negar o quanto esse novo mundo dos livros digitais é fascinante e interessante. O fato de podermos interagir com o que estamos lendo, torna o hábito da leitura muito mais agradável e gostosa, mas mesmo com todos esses atrativos não acreditamos no fim dos livros impressos, sempre haverá os que preferem sentir o cheiro do livro, tocar, folhear sua páginas... Há espaço para todos!!!